<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" ><generator uri="https://jekyllrb.com/" version="3.10.0">Jekyll</generator><link href="https://nicodatahub.com/feed.xml" rel="self" type="application/atom+xml" /><link href="https://nicodatahub.com/" rel="alternate" type="text/html" /><updated>2026-09-30T04:43:06+00:00</updated><id>https://nicodatahub.com/feed.xml</id><title type="html">NicoDataHub</title><subtitle>Sr. Data Scientist | Statistician | M.S. Computer Science (Data Quality)</subtitle><author><name>Nicolas Mathias Hahn</name></author><entry><title type="html">Welcome to Jekyll!</title><link href="https://nicodatahub.com/2026/09/30/welcome-to-jekyll/" rel="alternate" type="text/html" title="Welcome to Jekyll!" /><published>2026-09-30T02:39:35+00:00</published><updated>2026-09-30T02:39:35+00:00</updated><id>https://nicodatahub.com/2026/09/30/welcome-to-jekyll</id><content type="html" xml:base="https://nicodatahub.com/2026/09/30/welcome-to-jekyll/"><![CDATA[<p>You’ll find this post in your <code class="language-plaintext highlighter-rouge">_posts</code> directory. Go ahead and edit it and re-build the site to see your changes. You can rebuild the site in many different ways, but the most common way is to run <code class="language-plaintext highlighter-rouge">jekyll serve</code>, which launches a web server and auto-regenerates your site when a file is updated.</p>

<p>Jekyll requires blog post files to be named according to the following format:</p>

<p><code class="language-plaintext highlighter-rouge">YEAR-MONTH-DAY-title.MARKUP</code></p>

<p>Where <code class="language-plaintext highlighter-rouge">YEAR</code> is a four-digit number, <code class="language-plaintext highlighter-rouge">MONTH</code> and <code class="language-plaintext highlighter-rouge">DAY</code> are both two-digit numbers, and <code class="language-plaintext highlighter-rouge">MARKUP</code> is the file extension representing the format used in the file. After that, include the necessary front matter. Take a look at the source for this post to get an idea about how it works.</p>

<p>Jekyll also offers powerful support for code snippets:</p>

<figure class="highlight"><pre><code class="language-ruby" data-lang="ruby"><span class="k">def</span> <span class="nf">print_hi</span><span class="p">(</span><span class="nb">name</span><span class="p">)</span>
  <span class="nb">puts</span> <span class="s2">"Hi, </span><span class="si">#{</span><span class="nb">name</span><span class="si">}</span><span class="s2">"</span>
<span class="k">end</span>
<span class="n">print_hi</span><span class="p">(</span><span class="s1">'Tom'</span><span class="p">)</span>
<span class="c1">#=&gt; prints 'Hi, Tom' to STDOUT.</span></code></pre></figure>

<p>Check out the <a href="https://jekyllrb.com/docs/home">Jekyll docs</a> for more info on how to get the most out of Jekyll. File all bugs/feature requests at <a href="https://github.com/jekyll/jekyll">Jekyll’s GitHub repo</a>. If you have questions, you can ask them on <a href="https://talk.jekyllrb.com/">Jekyll Talk</a>.</p>]]></content><author><name>Nicolas Mathias Hahn</name></author><category term="jekyll" /><category term="update" /><summary type="html"><![CDATA[You’ll find this post in your _posts directory. Go ahead and edit it and re-build the site to see your changes. You can rebuild the site in many different ways, but the most common way is to run jekyll serve, which launches a web server and auto-regenerates your site when a file is updated.]]></summary></entry><entry><title type="html">Dados e Dicionário? A analogia que me apresentou a Estatística!</title><link href="https://nicodatahub.com/2020/10/25/dados-e-dicion%C3%A1rio-a-analogia-que-me-apresentou-a-estat%C3%ADstica/" rel="alternate" type="text/html" title="Dados e Dicionário? A analogia que me apresentou a Estatística!" /><published>2020-10-25T00:00:00+00:00</published><updated>2020-10-25T00:00:00+00:00</updated><id>https://nicodatahub.com/2020/10/25/dados-e-dicion%C3%A1rio-a-analogia-que-me-apresentou-a-estat%C3%ADstica</id><content type="html" xml:base="https://nicodatahub.com/2020/10/25/dados-e-dicion%C3%A1rio-a-analogia-que-me-apresentou-a-estat%C3%ADstica/"><![CDATA[<p>Como que uma pessoa chega até o curso de Estatística? E por que ela decide cursar? É gente, explicar o que um estatístico de fato faz, onde e com o que (com quem) vai trabalhar pode ser um desafio.
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<p>Como que uma pessoa chega até o curso de Estatística? E por que ela decide cursar? É gente, explicar o que um estatístico de fato faz, onde e com o que (com quem) vai trabalhar pode ser um desafio. Apesar disso, algumas palavras do professor de português antes de iniciar sua aula respondeu todas estas perguntas de uma forma extremamente SIMPLES!</p>

<h1 id="entendendo-o-contexto">Entendendo o Contexto</h1>

<p>Desde pequeno, fui muito estimulado a desenvolver meu lado analítico e criativo: joguei xadrez, estudei música, aprendi filosofia, um pouco de mitologia, joguei videogame, etc. Jamais perdi contato com nenhuma dessas atividades. No colégio, gostava de praticamente todas as matérias, mas tinha minha favorita: Matemática!</p>

<p>Meu objetivo sempre foi encontrar um curso (e consequentemente, uma profissão) que me permitisse unir o máximo dessas atividades e conhecimentos de forma útil. Tinha optado pela Psicologia, pois acreditava que seria a forma perfeita (além de ter tido contato com uma possível pós graduação chamada de Musicoterapia). No entanto, sempre ficava pensativo sobre a falta de contato que teria com as exatas.</p>

<h1 id="a-analogia-que-mudou-minha-vida">A Analogia que Mudou Minha Vida</h1>

<p>Para minha (agradável) surpresa, o professor de português realiza o seguinte comentário antes de iniciar sua aula: “Para quem ainda não decidiu o que vai cursar, a Estatística parece ser bem promissora, ainda mais com o crescente volume de dados que estamos tendo. Creio que ele deve ter lido uma notícia como <a href="https://exame.com/carreira/melhor-profissao-do-ano-nos-eua-deve-explodir-no-brasil-entenda/">esta</a>, considerando a época. Eu, assim como outros colegas, ficamos curiosos e questionamos. Foi nessa hora que ele deu a melhor explicação com a qual tive contato da área:</p>

<blockquote>
  <p>“Todos geramos dados o tempo todo, com nossos celulares, computadores. <strong>Eu gosto de pensar nesses dados todos como um dicionário. É possível extrair muita informação útil dele, mas se eu não souber lê-lo, de nada adianta. Então, o Estatístico é aquele que sabe ler o dicionário</strong>”.</p>
</blockquote>

<p>Fez todo sentido para mim, e sempre que me questionam o porquê de eu escolher o curso, conto essa história. Além disso, na abundância de dados gerados (nossos, de empresas, clientes, pacientes, entre outros) - das mais diversas áreas do conhecimento -  há um valor imensurável que pode ser gerado, dando uma utilidade e flexibilidade aos “leitores de dicionário” quase infinita.</p>]]></content><author><name>Nicolas Mathias Hahn</name></author><category term="jekyll" /><category term="update" /><summary type="html"><![CDATA[Como que uma pessoa chega até o curso de Estatística? E por que ela decide cursar? É gente, explicar o que um estatístico de fato faz, onde e com o que (com quem) vai trabalhar pode ser um desafio.]]></summary></entry><entry><title type="html">Gráficos Comuns na Análise de Dados</title><link href="https://nicodatahub.com/2020/10/22/gr%C3%A1ficos-comuns-na-an%C3%A1lise-de-dados/" rel="alternate" type="text/html" title="Gráficos Comuns na Análise de Dados" /><published>2020-10-22T00:00:00+00:00</published><updated>2020-10-22T00:00:00+00:00</updated><id>https://nicodatahub.com/2020/10/22/gr%C3%A1ficos-comuns-na-an%C3%A1lise-de-dados</id><content type="html" xml:base="https://nicodatahub.com/2020/10/22/gr%C3%A1ficos-comuns-na-an%C3%A1lise-de-dados/"><![CDATA[<p>Entender os gráficos é muito importante, pois de nada adianta olharmos para eles e não sabermos o que está sendo, de fato, mostrado. Além disso, a visualização de dados veio para ficar, tanto que <em>softwares</em> como <a href="https://powerbi.microsoft.com/pt-br/">PowerBI</a> e <a href="https://www.tableau.com/pt-br">Tableau</a> estão cada vez mais presentes nas empresas. Por quê? Auxiliam na criação de <em>insights</em> e contribuem para a tomada de decisão.</p>

<p>Existe uma gama de tipos de gráficos, no entanto citarei apenas cinco gráficos básicos que são comuns na hora de analisar os dados. Minha ideia não é destrinchar cada tipo, apenas dar uma noção básica de como cada um funciona. Futuramente, pretendo realizar um post exclusivo para cada tipo.</p>

<h1 id="gráfico-de-dispersão-scatterplot">Gráfico de Dispersão (<em>scatterplot</em>)</h1>
<p><img src="/assets/2020-10-22-gráficos-comuns-na-análise-de-dados/dispersao.jpeg" alt="dispersao" /></p>

<p>A principal utilidade do gráfico de dispersão é o de averiguar a interação entre as variáveis (seja de dependência ou de independência). Acima, por exemplo, podemos notar que conforme a variável <em>x</em> aumenta, a variável <em>y</em> também aumenta.</p>

<h1 id="histograma">Histograma</h1>
<p><img src="/assets/2020-10-22-gráficos-comuns-na-análise-de-dados/histograma.jpeg" alt="histograma" /></p>

<p>A grande utilidade do histograma é analisar a distribuição de frequência dos dados. Como assim? Perceba no gráfico exemplo acima que as barras verticais são mais altas ao redor do centro zero (eixo <em>x</em>) e, conforme vamos nos afastando do centro, as barras diminuem, ou seja, os valores são menos frequentes quanto mais nos afastamos do centro.</p>

<h1 id="boxplot">Boxplot</h1>
<p><img src="/assets/2020-10-22-gráficos-comuns-na-análise-de-dados/boxplot.jpeg" alt="boxplot" /></p>

<p>Muito útil para avaliar a distribuição dos dados, além de ser possível compararmos dois ou mais grupos de forma visual. No exemplo acima, estou utilizando o conjunto de dados <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conjunto_de_dados_flor_Iris">Iris</a> e avaliando a distribuição da largura da sépala das três espécies - setosa, versicolor e virginica - e, como podemos notar, a sépala da setosa é mais larga do que a das outras espécies comparadas.</p>

<h1 id="gráfico-de-setores-ou-de-pizza">Gráfico de Setores (ou de Pizza)</h1>
<p><img src="/assets/2020-10-22-gráficos-comuns-na-análise-de-dados/pizza.jpeg" alt="pizza" /></p>

<p>Muito utilizado para comparar grupos. Os valores de cada categoria (tamanho da fatia da pizza) são proporcionais às respectivas frequências. No exemplo acima, mesmo com a omissão dos números, é possível deduzir que a letra D aparece mais do que todas as outras.</p>

<h1 id="gráfico-de-barras-horizontal-ou-colunas-vertical">Gráfico de Barras (horizontal) ou Colunas (vertical)</h1>
<p><img src="/assets/2020-10-22-gráficos-comuns-na-análise-de-dados/colunas.jpeg" alt="colunas" /></p>

<p>Basicamente, é uma demostração visual das frequências (contagem) de cada item. Considere o exemplo acima como uma fruteira: ao observar o gráfico, temos que o número de melancias presentes é maior do que o das outras frutas.</p>

<p>Esses são apenas alguns gráficos e estão entre os mais comuns. Você conhecia eles? Tem algum que você não entendeu? Comente abaixo!</p>]]></content><author><name>Nicolas Mathias Hahn</name></author><summary type="html"><![CDATA[Entender os gráficos é muito importante, pois de nada adianta olharmos para eles e não sabermos o que está sendo, de fato, mostrado. Além disso, a visualização de dados veio para ficar, tanto que softwares como PowerBI e Tableau estão cada vez mais presentes nas empresas. Por quê? Auxiliam na criação de insights e contribuem para a tomada de decisão.]]></summary></entry></feed>